Pular para o conteúdo

Formatos de engajamento

Como trabalho

Quatro formatos, cada um com entregável nomeado e o cenário em que ele não faz sentido. Digo não com frequência — é mais barato para os dois.

Diagnóstico de IA e dados

Levantamento do processo real, do dado que existe de fato e da viabilidade técnica antes de qualquer promessa de resultado.

O que você recebe

  • Mapa do fluxo atual com pontos de decisão e onde o erro nasce
  • Inventário do dado disponível, com qualidade e lacunas nomeadas
  • Arquitetura proposta, com decisão técnica justificada e alternativas descartadas
  • Estimativa de esforço e faixa de resultado esperado, com incerteza declarada
Quando faz sentido
Quando existe a dor mas ninguém sabe se o dado sustenta a solução.
Quando não faz
Quando o escopo já está claro e validado — nesse caso, ir direto ao piloto economiza um mês.

Piloto medido

Sistema rodando em um recorte real da operação, com métrica definida antes de começar e comparação honesta contra o processo atual.

O que você recebe

  • Sistema em produção limitada, em ambiente do cliente
  • Linha de base medida antes, para que o depois signifique algo
  • Relatório com resultado, custo de operação e taxa de erro por subgrupo
  • Recomendação explícita de seguir, ajustar ou parar
Quando faz sentido
Quando é preciso provar valor para liberar orçamento maior.
Quando não faz
Quando não há como medir o processo atual. Piloto sem linha de base vira debate de opinião.

Construção e integração

Construção do sistema completo e integração com o que já existe — ERP, câmera, chão de fábrica, prontuário, o que estiver lá.

O que você recebe

  • Sistema em produção na infraestrutura do cliente
  • Documentação de arquitetura, operação e recuperação de falha
  • Testes automatizados, incluindo os que tentam quebrar isolamento e permissão
  • Transferência técnica para a equipe interna, com sessão gravada
Quando faz sentido
Quando o piloto provou o resultado e a operação precisa depender disso todo dia.
Quando não faz
Quando não existe ninguém do lado do cliente para receber a transferência. Sistema sem dono interno degrada.

Arquitetura sob retainer

Disponibilidade mensal contratada para decisão de arquitetura, revisão de código, revisão de segurança e apoio à equipe interna.

O que você recebe

  • Horas mensais com escopo acordado e registro do que foi decidido
  • Revisão de decisão técnica antes de virar dívida
  • Apoio em auditoria, questionário de segurança e diligência de cliente
Quando faz sentido
Quando a equipe interna constrói, mas falta senioridade em IA e dado para decidir.
Quando não faz
Quando o que se quer é execução em volume. Retainer não é fábrica.

E se essa pessoa sair de cena?

É a pergunta certa da área de compras, e ela tem resposta contratual — não uma promessa simpática.

Contrato de retaguarda

Profissionais nomeados em contrato, com o contexto do projeto, prontos para assumir continuidade. Os nomes constam do dossiê de fornecedor.

Documentação desde o dia um

Arquitetura, decisão técnica e procedimento operacional escritos durante o projeto. Um sistema que só eu sei operar é um risco que eu vendi para você.

Código e infraestrutura são seus

Repositório e nuvem ficam na conta do cliente desde o primeiro commit. Nunca há um momento em que o desligamento depende da minha boa vontade.

Transferência é entregável

Sessões de transferência técnica com a equipe interna, gravadas, previstas em contrato como marco — não como cortesia no fim do projeto.

Investimento

Não publico tabela de preço nem prazo fixo, porque o número depende de integração com sistema legado, exigência regulatória e nível de evidência requerido. Falo de faixa na primeira conversa, com a incerteza declarada — e se o orçamento disponível não comportar, digo ali em vez de gastar o tempo dos dois com proposta.

Próximo passo

Vale ocupar uma hora da sua agenda?

Se o problema é visão computacional, dado ou decisão automatizada que precisa sustentar auditoria, a conversa começa direto comigo. Sem camada intermediária.

Agendar conversa